quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Minha ANÁLISE: THE ORDER 1886

A mitologia por trás de The Order: 1886 é rica, apesar a campanha trazer isso de forma um pouco mal contada. O Rei Artur morreu no século 5, mas a Távola Redonda não acabou. Seus membros formaram uma sociedade conhecida como “A Ordem”, uma força especial à serviço do Império Britânico, pronta a combater seres monstruosos conhecidos como “Mestiços” os lobisomens claro.
Através de um líquido místico chamado “Água Escura”, os Cavaleiros se recuperam de seus ferimentos e ganham longevidade, podendo viver por vários séculos. O Chanceler da Ordem, por exemplo, é o mais velho do grupo e lutou ao lado do próprio Artur, mas calma aí não vai perder o foco porque só complica.
É impossível negar a quantidade de detalhes e os gráficos incríveis de THE ORDER, com um cenário belíssimo ,em todas as fases a ambientação é extraordinária fazendo com que a experiencia seja muito mais completa e interessante, PORÉM.
O enredo de the order é muito bom, mas passa despercebido por falta de "explicações claras" nas cenas do jogo que aliás são lindas e constantemente, os diálogos são extremamente longos fazendo que o jogador perca o interesse momentaneamente, essa é a grande falha de the order, mas nada que faça com que o jogo seja ruim.
O arsenal do jogo definitivamente chama atenção. Sim, temos as tradicionais pistolas, escopetas e espingardas, mas nós também temos uma série de armas malucas, como o Fusil de Termita, que lança pastilhas em uma liga de óxido de ferro e alumínio e depois acende, incendiando o alvo. A Arma de Arco é outra peça muito interessante, que lança uma arco elétrico capaz de mutilar ou simplesmente decapitar o alvo.

Mais uma vez nos encontramos naquele momento sortido que nos dirá se a dublagem regionalizada de um game é uma vantagem ou motivo de desgosto. Neste caso, a alternativa nacional fica em uma situação ainda mais difícil de agradar, visto que a atuação das vozes originais é absolutamente fantástica.
Felizmente, o resultado ficou acima da média. Exceto pela voz de Sir Galahad — que não possui firmeza alguma quando comparada à versão excepcional do ator Steve West —, as demais vozes do elenco funcionam muito bem, mas a sincronização das vozes as vezes e zoada, e parece filme redublado, mas só as vezes.
Uma coisa que os desenvolvedores confirmaram, é que as batalhas contra os "mestiços" (LOBISOMENS) seria incrível, que a inteligencia artificial seria algo nuca vista até então, mas não foi bem isso que aconteceu, basicamente eles so batem e correm pra se esconder, não vi nada de incrível nisso, mas não deixa de ser divertido.
NA MINHA OPINIAO O GAME É BOM E TEM UMA HISTORIA BOA, POREM POUCO EXPLICADA POR ISSO ESSE JOGO É NOTA 7,8 EM MINHA REVIEW.

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